24 abril, 2026

Pedaços de Florença

Passei hoje 4h em Florença (fica só a 90 minutos de comboio de Roma) almoçar com uma amiga que não via há 7-8 anos e que de bom grado se prontificou a passear-me pelos sítios principais. A cidade de 300,000 habitantes (o mesmo tamanho de Coventry) é belíssima, mas cheia cheia cheia, parecendo que estamos constantemente saindo de um estádio de futebol. Não quisemos ficar em nenhuma das longas filas para entrar (e pagar) nos pontos principais por isso aproveitámos as vistas do pequeno passeio pelo centro, tirando sempre fotos acima das muitas cabeças à nossa volta. Ainda assim valeu muito a pena... Florença é um museu!

Ponte Vecchio.
Claustro da Basílica de San Lorenzo (não forrada a mármore)
contrariamente às demais imponentes igrejas,
como a de Santa Maria Novella junto à estação (da mesma santa)
(com obelisco montado em tartarugas!)
e a dominante catedral (duomo)
impressionante de longe,
de perto e de qualquer ângulo.
A caminho do Palazzo Vecchio (câmara municipal)
a fazer lembrar o de Bolonha,
mas este com a estátua de David à esquerda
e a de Hércules à direita
bem perdo de Perseus que ostenta a cabeça de Medusa
que decapitada jaz debaixo dos seus pés.

15 abril, 2026

Sem título #389

Vicente Lucas, o símbolo vivo do Belém

07 abril, 2026

Palavras lidas #647

Silogismos
Ana Luisa Amaral

A minha filha perguntou-me
o que era para a vida inteira
e eu disse-lhe que era para sempre.
Naturalmente, menti,
mas também os conceitos de infinito
são diferentes: é que ela perguntou depois
o que era para sempre

e eu não podia falar-lhe em universos
paralelos, em conjunções e disjunções
de espaço e tempo,
nem sequer em morte.

A vida inteira é até morrer,
mas eu sabia ser inevitável a questão
seguinte: o que é morrer?

Por isso respondi que para sempre
era assim largo, abri muito os braços,
distraí-a com o jogo que ficara a meio.

(No fim do jogo todo,
disse-me que amanhã
queria estar comigo para a vida inteira)

06 abril, 2026

Numa sala perto de mim #467

A Pale View of the Hills (2026) is hte adaptation of the beautifully mesmerising 1982 book by Kazuo Ishiguro, which I just could not put down a few months back, but that at the end left me with more questions than answers... too many hanging lines left the reader a lot of room for interpretation. The movie gave me the closure I needed even though there were notable points of departure. 

A beautiful sad story set in 1982 England's countryside, with flashbacks to 1952 Nagasaki. In the earlier period the war is just in the recent past, life is difficult, trauma is ongoing, but hope emerges. In the present, although the war is long gone it left visible scars. The true account of events is too difficult to bare or tell younger generations who have never been through war so the narrative about the past is only loosely based on what actually happened... a pale view of the past.

05 abril, 2026

Coisas que não mudam #740

Resuscitou ao terceiro dia conforme as escrituras
Páscoa Feliz!

02 abril, 2026

Primavera #226

Primavera selvagem
mas sensível à luz!

01 abril, 2026

Ditto #639

Day by day, O Lord, may I see thee more clearly, love thee more dearly, and follow thee more nearly, day by day.

--Godspell

30 março, 2026

Coisas que mudaram #43

A antena
e a tampa da chaminé!

27 março, 2026

Inverno #90

Apesar da Primavera que por aí vai
algumas imagens são ainda (bem) de Inverno!

26 março, 2026

Coisas bonitas #235

Cannot get enough and can not draw this up!

25 março, 2026

24 março, 2026

23 março, 2026

22 março, 2026

Primavera #223

Enquanto isso, no resto do jardim
vai chegando a primavera
com mais ou menos cor
e quando não está, implanta-se!

21 março, 2026

Espantos #719

Depois de ver as lindas camélias de Londres
regressei a Coventry para ver a minha desabrochar
ao longo fr uma semana e ao fim de 2 anos...
tudo vale a pena!

20 março, 2026

19 março, 2026