21 junho, 2018

20 junho, 2018

Coisas que não mudam #451

Pope Francis on twitter: A person's dignity does not depend on them being a citizen, a migrant, or a refugee. Saving the life of someone fleeing war and poverty is an act of humanity. 
Papa Francisco no twitter: A dignidade da pessoa não depende de ela ser cidadã, migrante ou refugiada. Salvar a vida de quem foge da guerra e da miséria é um ato de humanidade. 

19 junho, 2018

Verão #10

Status quo reestablished... took a while!
De volta ao status quo... demorou!

17 junho, 2018

Numa sala perto de mim #376

The Cakemaker (2017) is mostly a movie about loss and how its felt by different people. 

Thomas is a cakemaker in Berlin who gets involved with Oren, an Israeli man, married and with family in Jerusalem, who visits Berlin frequently for work. Oren dies unexpectedly in an accident shortly after his last trip to Berlin, but Thomas only learns about it a few months later after searching insistently. To cope with the loss, Thomas moves to Jerusalem where he meets Oren's family but keeping his secret and his emotions to himself, while mourning in silence.

16 junho, 2018

Numa sala perto de mim #375

Disobedience (2017) shows the difficulties of deviant behavior in a tightly knit Orthodox Jewish community, where religion is not a choice and goes far beyond the individual. Masterfully acted by Rachel McAdams and Rachel Weisz, the movie does not linger too much on lesbian love (though the sex scene is clearly necessary) but rather on the difficult choices of the three main characters, who face no easy solution to their dilemmas. 

The quality that distinguishes human beings from angels and beasts is our free will. The power to disobey.

15 junho, 2018

Ditto #387

Rather than regret for what I have written, I feel regret for what I shall never be able to read.

--Antonio Tabucchi, Little Misunderstandings of No Importance, Preface

14 junho, 2018

Palavras lidas #379

Em mim foi sempre menor a intensidade das sensações que a intensidade da sensação delas. Sofri sempre mais com a consciência de estar sofrendo que com o sofrimento de que havia consciência.

--Bernardo Soares, Livro do Desassossego (agora online)

13 junho, 2018

12 junho, 2018

Coisas que não mudam #449

Late afternoon visitor... Rolfie!
Visitante de fim de tarde: Rolfie!

11 junho, 2018

Verão #9

Melhor, mas continua avariado...

10 junho, 2018

Retirado do contexto #246

10 de Junho entre patinhos e exames

09 junho, 2018

No Times de hoje #185

"Anthony Bourdain: the man who ate the world," today on the New York Times Travel section. His passing through Lisbon in 2012, showed me the beautiful music of Dead Combo and so much more.

08 junho, 2018

Retirado do contexto #245

Já diz o ditado: quem não trabuca...
NÃO!

07 junho, 2018

Pedaços de Berlim #3

Para além do muro e do urso, Berlim tem muito que ver.
O imponente edifício do parlamento, que voltou a funcionar como tal
depois da unificação, fica muito perto da Porta de Brandenburgo.
A zona mais histórica da cidade, bombardeada na segunda guerra,
foi reconstruída posteriormente. Destacam-se os edifícios da
Universidade de Humboldt e da catedral de Santo Estêvão.
 Na Praça de Gerdarmenmarkt a Berlin Konzerthaus
e a Catedral Francesa. Nesta zona da cidade, a antiga Berlin-Leste,
os prédios são muito organizados e uniformes e parece
 que nada está fora do lugar. Passemos à antiga Berlim-Oeste:
estas imagens poderiam ser de qualquer cidade moderna no mundo.
É também no antigo lado Oeste que se encontra o edifício da
Filarmónica de Berlim e o memorial do Holocausto.
A realidade da cidade em tempos separada é ainda hoje inescapável,
apesar de o muro ter ido abaixo há mais anos do que os que ficou de pé.
O Checkpoint Charlie continua lá para turista ver, assim como
os vários locais que vendem o muro em pedaços.
Mas Berlim tem também vários edifícios do século XXI
que a comprovam como cidade em constante mudança.

06 junho, 2018

Pedaços de Veneza #5

Veneza não é só água e palácios, tem também ruas e praças
mais
ou menos vazias,
um grande teatro da ópera
que dá para uma pequena praça.
Raro é ver-se vegetação, mas lá se encontra
nos jardins das casas apalaçadas
Onde não é o carro, mas o barco que entra portão adentro.
Mas árvores não são comuns por ali, o que levou vários escritores a dizer
que em Veneza o tempo não passa porque não se veem as estações do ano.
 Para lá das ideias românticas da cidade,
 o que sobressai em Veneza é a decrepitude.