Lovely stripes again
03 abril, 2025
02 abril, 2025
Palavras lidas #620
Gravy
by Raymond Carver
No other word will do. For that’s what it was. Gravy.
Gravy, these past ten years.
Alive, sober, working, loving and
being loved by a good woman. Eleven years
ago he was told he had six months to live
at the rate he was going. And he was going
nowhere but down. So he changed his ways
somehow. He quit drinking! And the rest?
After that it was all gravy, every minute
of it, up to and including when he was told about,
well, some things that were breaking down and
building up inside his head. “Don’t weep for me,”
he said to his friends. “I’m a lucky man.
I’ve had ten years longer than I or anyone
expected. Pure gravy. And don’t forget it.”
by Raymond Carver
No other word will do. For that’s what it was. Gravy.
Gravy, these past ten years.
Alive, sober, working, loving and
being loved by a good woman. Eleven years
ago he was told he had six months to live
at the rate he was going. And he was going
nowhere but down. So he changed his ways
somehow. He quit drinking! And the rest?
After that it was all gravy, every minute
of it, up to and including when he was told about,
well, some things that were breaking down and
building up inside his head. “Don’t weep for me,”
he said to his friends. “I’m a lucky man.
I’ve had ten years longer than I or anyone
expected. Pure gravy. And don’t forget it.”
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01 abril, 2025
Ditto #616
It's a sad fact about our culture that a poet can earn much more money writing or talking about his art than he can by practicing it.
--W.H. Auden
31 março, 2025
30 março, 2025
29 março, 2025
28 março, 2025
27 março, 2025
Parece que estou a ouvir #494
Para ver as meninas
Marisa Monte
Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
A dor no peito
Não diga nada
Sobre meus
Defeitos
Eu não me lembro mais
Quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Hoje eu quero apenas...
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Marisa Monte
Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
A dor no peito
Não diga nada
Sobre meus
Defeitos
Eu não me lembro mais
Quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Hoje eu quero apenas...
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
26 março, 2025
Foi neste dia #391 (1954)
71 anos De Castel Bravo, a terceira maior detonação nuclear no Atol de Bikini, Ilhas Marshall. Para além da icónica imagem do gigange cogumelo de fogo a pairar sobre as águas ficou a trágica herança que deixou o atol inabitável até ao presente. Os habitantes foram forçados a mudar para outras ilhas... várias vezes pois em algumas das delas não havia meios de subsistência.
25 março, 2025
24 março, 2025
23 março, 2025
22 março, 2025
21 março, 2025
Palavras lidas #619
My Daughter’s Morning
by David Swanger
My daughter’s morning streams
over me like a gang of butterflies
as I, sour-mouthed and not ready
for the accidents I expect
of my day, greet her early:
her sparkle is as the edge of new
ice on leafed pools, while I
am soggy, tepid; old toast.
Yet I am the first version
of later princes; for all my blear
and bluish jowl I am welcomed
as though the plastic bottle
I hold were a torch and
my robe not balding terry.
For her I bring the day; warm
milk, new diaper, escapades;
she lowers all bridges and
sings to me most beautifully
in her own language while
I fumble with safety pins.
I am not made young
by my daughter’s mornings;
I age relentlessly.
Yet I am made to marvel
at the durability of newness
and the beauty of my new one.
by David Swanger
My daughter’s morning streams
over me like a gang of butterflies
as I, sour-mouthed and not ready
for the accidents I expect
of my day, greet her early:
her sparkle is as the edge of new
ice on leafed pools, while I
am soggy, tepid; old toast.
Yet I am the first version
of later princes; for all my blear
and bluish jowl I am welcomed
as though the plastic bottle
I hold were a torch and
my robe not balding terry.
For her I bring the day; warm
milk, new diaper, escapades;
she lowers all bridges and
sings to me most beautifully
in her own language while
I fumble with safety pins.
I am not made young
by my daughter’s mornings;
I age relentlessly.
Yet I am made to marvel
at the durability of newness
and the beauty of my new one.
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20 março, 2025
19 março, 2025
18 março, 2025
17 março, 2025
Parece que estou a ouvir #493
Para Mais Ninguém
Marisa Monte
Entre nós deve haver sinceridade
Eu não sei o que é que você tem
Que não me beija nem me procura
Eu tenho medo de perder alguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
O silêncio é uma tortura
Alguma coisa se perdeu
Você já não me olha como antes, com ternura
Só falta me dizer adeus, adeus
O silêncio é uma tortura
Alguma coisa se perdeu
Você já não me olha como antes, com ternura
Só falta me dizer adeus, adeus
Entre nós deve haver sinceridade
Eu não sei o que é que você tem
Que não me beija nem me procura
Eu tenho medo de perder alguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
Mais ninguém
Ninguém
Mais ninguém
Ninguém
Marisa Monte
Entre nós deve haver sinceridade
Eu não sei o que é que você tem
Que não me beija nem me procura
Eu tenho medo de perder alguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
O silêncio é uma tortura
Alguma coisa se perdeu
Você já não me olha como antes, com ternura
Só falta me dizer adeus, adeus
O silêncio é uma tortura
Alguma coisa se perdeu
Você já não me olha como antes, com ternura
Só falta me dizer adeus, adeus
Entre nós deve haver sinceridade
Eu não sei o que é que você tem
Que não me beija nem me procura
Eu tenho medo de perder alguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
De quem espero que aquela jura
Não tenha ido para mais ninguém
Mais ninguém
Ninguém
Mais ninguém
Ninguém
16 março, 2025
15 março, 2025
14 março, 2025
13 março, 2025
12 março, 2025
11 março, 2025
Palavras lidas #618
My Own Heart
by Gerard Manley Hopkins
My own heart let me more have pity on; let
Me live to my sad self hereafter kind,
Charitable; not live this tormented mind
With this tormented mind tormenting yet.
I cast for comfort I can no more get
By groping round my comfortless, than blind
Eyes in their dark can day or thirst can find
Thirst’s all-in-all in all a world of wet.
Soul, self; come, poor Jackself, I do advise
You, jaded, let be; call off thoughts awhile
Elsewhere; leave comfort root-room; let joy size
At God knows when to God knows what; whose smile
‘s not wrung, see you; unforeseen times rather—as skies
Betweenpie mountains—lights a lovely mile.
by Gerard Manley Hopkins
My own heart let me more have pity on; let
Me live to my sad self hereafter kind,
Charitable; not live this tormented mind
With this tormented mind tormenting yet.
I cast for comfort I can no more get
By groping round my comfortless, than blind
Eyes in their dark can day or thirst can find
Thirst’s all-in-all in all a world of wet.
Soul, self; come, poor Jackself, I do advise
You, jaded, let be; call off thoughts awhile
Elsewhere; leave comfort root-room; let joy size
At God knows when to God knows what; whose smile
‘s not wrung, see you; unforeseen times rather—as skies
Betweenpie mountains—lights a lovely mile.
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10 março, 2025
Ditto #614
Sir, I admit your
general rule,
That every poet is a fool;
But you yourself may serve to show it,
That every fool is not a poet.
general rule,
That every poet is a fool;
But you yourself may serve to show it,
That every fool is not a poet.
--Alexander Pope
09 março, 2025
08 março, 2025
Numa sala perto de mim #459
Hoosiers (1986) is based on a true story from a small town Indiana high school basketball team that against all odds wins the state championship. The recently sad news on the conditions of Gene Hackman's passing, should be what we remember of him. Whichever way we'll die ofdo not represent us... so true.
07 março, 2025
Parece que estou a ouvir #492
Infinito Particular
Marisa Monte
Eis o melhor e o pior de mim
No meu termômetro o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, 'tá na cara
Eu sou porta-bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Eis o melhor e o pior de mim
No meu termômetro o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, 'tá na cara
Eu sou porta-bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
No meu infinito particular
No meu infinito particular
No meu infinito particular
Marisa Monte
Eis o melhor e o pior de mim
No meu termômetro o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, 'tá na cara
Eu sou porta-bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Eis o melhor e o pior de mim
No meu termômetro o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, 'tá na cara
Eu sou porta-bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
No meu infinito particular
No meu infinito particular
No meu infinito particular
06 março, 2025
05 março, 2025
Pedaços de Londres #3
Royal Albert Hall
facing The Albert Memorial in Kensington Gardens
onde já veem patinhos
(pelo menos duas familias!)
e outras aves aquáticas bem interessantes!
Ficam também memórias de prédios esquisitos
e embaixadas com bandeiras de brasão imposto...
... muitos chefes de estado em Londres no passado fim de semana!
E uma linda lua :-)
04 março, 2025
Numa sala perto de mim #458
Ainda Estou Aqui (2024) retrata a vida no tempo da ditadura militar, época sombria da história brasileira, onde o universal respeito pela propriedade privada ou direitos individuais não existia, e onde os esforços do Estado para anular a oposição oculta resultavam em atrocidades que passavam incólumes interrompendo vidas e projectos sem explicação dada.
Embora algumas partes sejam difíceis de ver, é importante que hajam filmes como este pelo menos por duas razões (1) lembrar a quem tem a sorte de nunca ter vivido em ditadura aquilo que ela verdadeiramente é, sem dourar a pílula e (2) pela memória dos que pereceram à tortura e cujas vidas não foram esquecidas, bem como daqueles que, não tendo participado em actividades subversivas, sobreviveram às egrégias injustiças do regime, de cabeça erguida.
03 março, 2025
02 março, 2025
Palavras lidas #617
My Ancestral Home
by Louis Jenkins
We came to a beautiful little farm. From photos
I’d seen I knew this was the place. The house
and barn were painted in the traditional Falu
red, trimmed with white. It was nearly mid-
summer, the trees and grass, lush green, when
we arrived the family was gathered at a table
on the lawn for coffee and fresh strawberries.
Introductions were made all around, Grandpa
Sven, Lars-Olaf and Marie, Eric and Gudren,
Cousin Inge and her two children… It made me
think of a Carl Larsson painting. But, of course,
it was all modern, the Swedes are very up-to-
date, Lars-Olaf was an engineer for Volvo, and
they all spoke perfect English, except for
Grandpa, and there was a great deal of laughter
over my attempts at Swedish. We stayed for a
long time laughing and talking. It was late in
the day, but the sun was still high. I felt a won-
derful kinship. It seemed to me that I had
known these people all my life, they even
looked like family back in the States. But as it
turned out, we had come to the wrong farm.
Lars-Olaf said, “I think I know your people, they
live about three miles from here. If you like I
could give them a call.” I said that no, it wasn’t
necessary, this was close enough.
by Louis Jenkins
We came to a beautiful little farm. From photos
I’d seen I knew this was the place. The house
and barn were painted in the traditional Falu
red, trimmed with white. It was nearly mid-
summer, the trees and grass, lush green, when
we arrived the family was gathered at a table
on the lawn for coffee and fresh strawberries.
Introductions were made all around, Grandpa
Sven, Lars-Olaf and Marie, Eric and Gudren,
Cousin Inge and her two children… It made me
think of a Carl Larsson painting. But, of course,
it was all modern, the Swedes are very up-to-
date, Lars-Olaf was an engineer for Volvo, and
they all spoke perfect English, except for
Grandpa, and there was a great deal of laughter
over my attempts at Swedish. We stayed for a
long time laughing and talking. It was late in
the day, but the sun was still high. I felt a won-
derful kinship. It seemed to me that I had
known these people all my life, they even
looked like family back in the States. But as it
turned out, we had come to the wrong farm.
Lars-Olaf said, “I think I know your people, they
live about three miles from here. If you like I
could give them a call.” I said that no, it wasn’t
necessary, this was close enough.
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01 março, 2025
28 fevereiro, 2025
27 fevereiro, 2025
Parece que estou a ouvir #491
Diariamente
Marisa Monte
Para calar a boca, rícino
Pra lavar a roupa, Omo
Para viagem longa, jato
Para difíceis contas, calculadora
Para o pneu na lona, jacaré
Para a pantalona, nesga
Para pular a onda, litoral
Para lápis ter ponta, apontador
Para o Pará e o Amazonas, latex
Para parar na Pamplona, Assis
Para trazer à tona, homem-rã
Para a melhor azeitona, Ibéria
Para o presente da noiva, marzipã
Para o Adidas, o Conga, nacional
Para o outono, a folha, exclusão
Para embaixo da sombra, guarda-sol
Para todas as coisas, dicionário
Para que fiquem prontas, paciência
Para dormir a fronha, madrigal
Para brincar na gangorra, dois
Para fazer uma toca, bobs
Para beber uma Coca, drops
Para ferver uma sopa, graus
Para a luz lá na roça, 220 volts
Para vigias em ronda, café
Para limpar a lousa, apagador
Para o beijo da moça, paladar
Para uma voz muito rouca, hortelã
Para a cor roxa, ataúde
Para a galocha, Verlon
Para ser moda, melancia
Para abrir a rosa, temporada
Para aumentar a vitrola, sábado
Para a cama de mola, hóspede
Para trancar bem a porta, cadeado
Para que serve a calota, Volkswagen
Para quem não acorda, balde
Para a letra torta, pauta
Para parecer mais nova, Avon
Para os dias de prova, amnésia
Para estourar pipoca, barulho
Para quem se afoga, isopor
Para levar na escola, condução
Para os dias de folga, namorado
Para o automóvel que capota, guincho
Para fechar uma aposta, paraninfo
Para quem se comporta, brinde
Para a mulher que aborta, repouso
Para saber a resposta, vide-o-verso
Para escolher a compota, Jundiaí
Para a menina que engorda, hipofagin
Para a comida das orcas, krill
Para o telefone que toca
Para a água lá na poça
Para a mesa que vai ser posta
Para você, o que você gosta diariamente
Marisa Monte
Para calar a boca, rícino
Pra lavar a roupa, Omo
Para viagem longa, jato
Para difíceis contas, calculadora
Para o pneu na lona, jacaré
Para a pantalona, nesga
Para pular a onda, litoral
Para lápis ter ponta, apontador
Para o Pará e o Amazonas, latex
Para parar na Pamplona, Assis
Para trazer à tona, homem-rã
Para a melhor azeitona, Ibéria
Para o presente da noiva, marzipã
Para o Adidas, o Conga, nacional
Para o outono, a folha, exclusão
Para embaixo da sombra, guarda-sol
Para todas as coisas, dicionário
Para que fiquem prontas, paciência
Para dormir a fronha, madrigal
Para brincar na gangorra, dois
Para fazer uma toca, bobs
Para beber uma Coca, drops
Para ferver uma sopa, graus
Para a luz lá na roça, 220 volts
Para vigias em ronda, café
Para limpar a lousa, apagador
Para o beijo da moça, paladar
Para uma voz muito rouca, hortelã
Para a cor roxa, ataúde
Para a galocha, Verlon
Para ser moda, melancia
Para abrir a rosa, temporada
Para aumentar a vitrola, sábado
Para a cama de mola, hóspede
Para trancar bem a porta, cadeado
Para que serve a calota, Volkswagen
Para quem não acorda, balde
Para a letra torta, pauta
Para parecer mais nova, Avon
Para os dias de prova, amnésia
Para estourar pipoca, barulho
Para quem se afoga, isopor
Para levar na escola, condução
Para os dias de folga, namorado
Para o automóvel que capota, guincho
Para fechar uma aposta, paraninfo
Para quem se comporta, brinde
Para a mulher que aborta, repouso
Para saber a resposta, vide-o-verso
Para escolher a compota, Jundiaí
Para a menina que engorda, hipofagin
Para a comida das orcas, krill
Para o telefone que toca
Para a água lá na poça
Para a mesa que vai ser posta
Para você, o que você gosta diariamente
26 fevereiro, 2025
25 fevereiro, 2025
Numa sala perto de mim #457
Too Big to Fail (2011) tells the story of the late 2008 summer when all hell broke loose in the world financial system shedding light on the interaction between the Secretary of the Treasury (Hank Paulson), the president of the Federal Reserve Bank of New York (Timothy Geithner), the Fed's chairman (Ben Bernanke), financial institutions in danger (Bear Sterns, Lehman Brothers, Merrill Lynch, AIG), and the various banks forced to contain the damage (Bank of America, JP Morgan, Wells Fargo, etc.). There's no more succinct and clear explanation of the whole thing out there.
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