Já há patinhos (gansinhos) no campus!
08 maio, 2026
07 maio, 2026
Parece que estou a ouvir #531
Jorge Palma
Os serões habituais
E as conversas sempre iguais
Os horóscopos, os signos e ascendentes
Mais a vida da outra sussurrada entre dentes
Os convites nos olhos embriagados
Os encontros de novo adiados
Nos ouvidos cansados ecoa
A canção de Lisboa
Não está só a solidão
Há tristeza e compaixão
Quando o sono acalma os corpos agitados
Pela noite atirados contra colchões errados
Há o silêncio de quem não ri nem chora
Há divórcio entre o dentro e o fora
E há quem diga que nunca foi boa
A canção de Lisboa
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
A urgência de agarrar
Qualquer coisa para mostrar
Que afinal nós também temos mão na vida
Mesmo que seja à custa de a vivermos fingida
O estatuto para impressionar o mundo
Não precisa de ser mais profundo
Que o marasmo que nos atordoa
Ou a canção de Lisboa
As vielas de néon
E as guitarras já sem som
Vão mantendo viva a tradição da fome
Que a memória deturpa e o orgulho consome
Entre o orgasmo na gruta ainda fria
E o abandono da carne vazia
Cada um no seu canto entoa
A canção de Lisboa, ai
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
Os serões habituais
E as conversas sempre iguais
Os horóscopos, os signos e ascendentes
Mais a vida da outra sussurrada entre dentes
Os convites nos olhos embriagados
Os encontros de novo adiados
Nos ouvidos cansados ecoa
A canção de Lisboa
Não está só a solidão
Há tristeza e compaixão
Quando o sono acalma os corpos agitados
Pela noite atirados contra colchões errados
Há o silêncio de quem não ri nem chora
Há divórcio entre o dentro e o fora
E há quem diga que nunca foi boa
A canção de Lisboa
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
A urgência de agarrar
Qualquer coisa para mostrar
Que afinal nós também temos mão na vida
Mesmo que seja à custa de a vivermos fingida
O estatuto para impressionar o mundo
Não precisa de ser mais profundo
Que o marasmo que nos atordoa
Ou a canção de Lisboa
As vielas de néon
E as guitarras já sem som
Vão mantendo viva a tradição da fome
Que a memória deturpa e o orgulho consome
Entre o orgasmo na gruta ainda fria
E o abandono da carne vazia
Cada um no seu canto entoa
A canção de Lisboa, ai
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
Mamã, mamã
Onde estás tu, mamã?
Nós sem ti não sabemos, mamã
Libertar-nos do mal
06 maio, 2026
05 maio, 2026
04 maio, 2026
03 maio, 2026
02 maio, 2026
Caprichos #518
DAIU offers Chinese hot pot, Korean barbeque and Japanese sushi
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01 maio, 2026
30 abril, 2026
28 abril, 2026
27 abril, 2026
Parece que estou a ouvir #530
Rosalía
25 abril, 2026
24 abril, 2026
Pedaços de Florença
Passei hoje 4h em Florença (fica só a 90 minutos de comboio de Roma) almoçar com uma amiga que não via há 7-8 anos e que de bom grado se prontificou a passear-me pelos sítios principais. A cidade de 300,000 habitantes (o mesmo tamanho de Coventry) é belíssima, mas cheia cheia cheia, parecendo que estamos constantemente saindo de um estádio de futebol. Não quisemos ficar em nenhuma das longas filas para entrar (e pagar) nos pontos principais por isso aproveitámos as vistas do pequeno passeio pelo centro, tirando sempre fotos acima das muitas cabeças à nossa volta. Ainda assim valeu muito a pena... Florença é um museu!
Ponte Vecchio.
Claustro da Basílica de San Lorenzo (não forrada a mármore)
contrariamente às demais imponentes igrejas,
como a de Santa Maria Novella junto à estação (da mesma santa)
(com obelisco montado em tartarugas!)
e a dominante catedral (duomo)
impressionante de longe,
de perto e de qualquer ângulo.
A caminho do Palazzo Vecchio (câmara municipal)
a fazer lembrar o de Bolonha,
mas este com a estátua de David à esquerda
e a de Hércules à direita
bem perdo de Perseus que ostenta a cabeça de Medusa
que decapitada jaz debaixo dos seus pés.
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