Gravy
by Raymond Carver
No other word will do. For that’s what it was. Gravy.
Gravy, these past ten years.
Alive, sober, working, loving and
being loved by a good woman. Eleven years
ago he was told he had six months to live
at the rate he was going. And he was going
nowhere but down. So he changed his ways
somehow. He quit drinking! And the rest?
After that it was all gravy, every minute
of it, up to and including when he was told about,
well, some things that were breaking down and
building up inside his head. “Don’t weep for me,”
he said to his friends. “I’m a lucky man.
I’ve had ten years longer than I or anyone
expected. Pure gravy. And don’t forget it.”
02 abril, 2025
01 abril, 2025
Ditto #616
It's a sad fact about our culture that a poet can earn much more money writing or talking about his art than he can by practicing it.
--W.H. Auden
31 março, 2025
30 março, 2025
29 março, 2025
28 março, 2025
27 março, 2025
Parece que estou a ouvir #494
Para ver as meninas
Marisa Monte
Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
A dor no peito
Não diga nada
Sobre meus
Defeitos
Eu não me lembro mais
Quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Hoje eu quero apenas...
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Marisa Monte
Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
A dor no peito
Não diga nada
Sobre meus
Defeitos
Eu não me lembro mais
Quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Hoje eu quero apenas...
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
Assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
26 março, 2025
Foi neste dia #391 (1954)
71 anos De Castel Bravo, a terceira maior detonação nuclear no Atol de Bikini, Ilhas Marshall. Para além da icónica imagem do gigange cogumelo de fogo a pairar sobre as águas ficou a trágica herança que deixou o atol inabitável até ao presente. Os habitantes foram forçados a mudar para outras ilhas... várias vezes pois em algumas das delas não havia meios de subsistência.
25 março, 2025
24 março, 2025
23 março, 2025
22 março, 2025
21 março, 2025
Palavras lidas #619
My Daughter’s Morning
by David Swanger
My daughter’s morning streams
over me like a gang of butterflies
as I, sour-mouthed and not ready
for the accidents I expect
of my day, greet her early:
her sparkle is as the edge of new
ice on leafed pools, while I
am soggy, tepid; old toast.
Yet I am the first version
of later princes; for all my blear
and bluish jowl I am welcomed
as though the plastic bottle
I hold were a torch and
my robe not balding terry.
For her I bring the day; warm
milk, new diaper, escapades;
she lowers all bridges and
sings to me most beautifully
in her own language while
I fumble with safety pins.
I am not made young
by my daughter’s mornings;
I age relentlessly.
Yet I am made to marvel
at the durability of newness
and the beauty of my new one.
by David Swanger
My daughter’s morning streams
over me like a gang of butterflies
as I, sour-mouthed and not ready
for the accidents I expect
of my day, greet her early:
her sparkle is as the edge of new
ice on leafed pools, while I
am soggy, tepid; old toast.
Yet I am the first version
of later princes; for all my blear
and bluish jowl I am welcomed
as though the plastic bottle
I hold were a torch and
my robe not balding terry.
For her I bring the day; warm
milk, new diaper, escapades;
she lowers all bridges and
sings to me most beautifully
in her own language while
I fumble with safety pins.
I am not made young
by my daughter’s mornings;
I age relentlessly.
Yet I am made to marvel
at the durability of newness
and the beauty of my new one.
Etiquetas:
Palavras lidas,
Poesia-Poetry
20 março, 2025
19 março, 2025
Subscrever:
Mensagens (Atom)